sábado, 25 de fevereiro de 2012


AOS COLEGAS DESATENTOS
Hoje, na leitura dos meus e-mails, recebi esta mensagem do amigo “Boni” residente em Maringá e, como colaborador, rapidinho resolvi repassá-la.
VENCIMENTO DA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO
NOVAS REGRAS:
A carteira só pode ser renovada durante o prazo de no máximo 30 dias após o vencimento da mesma.
Após este prazo, a carteira é cancelada automaticamente e, o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho ao motorista recém habilitado.
Se houve divulgação, acredito que boa parte dos brasileiros ficaram a ver navio e, os desatentos perderão o direito de conduzir e terão que repetir todos os exames.
Portanto, fiquem espertos quanto ao vencimento de sua CNH.
Além da multa, para tirar novamente a CNH, o investimento gira em torno de R$ 1.200,00 e leva + ou - de 2 a 3 meses.
As mudanças começaram a valer a partir do dia 01/01/2012. Também foram incluídos novo conteúdo, além de aumento de carga horária de preparação.
O Diário Oficial da União (DOU) publicou (22/11/2009) uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), que altera as regras para quem vai tirar a carteira de motorista.
Segunda informações transmitidas pelo Boni, entre as mudanças, consta a carga horária do curso teórico que passou de 30 para 45 horas/aula e a do curso prático, de 15 para 20 horas/aula, além da inclusão de novos conteúdos.

Outra informação importante:
Providencie com urgência a retirada do plástico do extintor. Mais uma regulamentação sem a devida divulgação!
Diz a lei que o extintor obrigatório do carro deve estar livre do plástico que acompanha a embalagem.
Colegas condutores, caso o policial rodoviário parar seu veículo e verificar que o extintor continua protegido pelo embalo plástico, certamente irá autoá-lo - e se prepare para carregar 5 pontos na carteira mais R$127,50 de prejuízo.

domingo, 18 de dezembro de 2011

VIVER COM POUCO OU COM MUITO?!

Cerca de quase 04 anos atrás, voltando do interior de São Paulo para Florianópolis, entrei em Curitiba e dei carona para meu amigo Luiz, professor da UFPR, doutorando na UFSC e, que cursava espanhol comigo.
Chegando em Florianópolis, levei-o até sua moradia durante o período de Florianópolis. O espaço atingia no máximo 12m2 . Estranhei o tamanho do local já que Luiz moravam em amplo e bonito sobrado em bairro residencial de Curitiba.
Não exitei e questionei o porque daquilo. Luiz sem titubear me respondeu que nas fases da vida, as vezes esquecemos que também é possível viver como pouco.
Essa mensagem me fez pensar e a partir dai, me pego meditando e me gradativamente esta me fazendo mudar a vida.
Hoje, no final da tarde, minha esposa me repassou uma mensagem de Frei Betto, li atentamente e me fez recordar a experiência vivida com o Luiz.
Segue na íntegra o texto a baixo, vale a pena, principalmente estando ás vésperas do vício das compras de final do ano.
Do que você precisa ?
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam.
Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente.
Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois modelos produz felicidade?"
Estamos construindo super homens e super mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.
Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!"
A publicidade não consegue vender felicidade, então passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, calçar este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!"
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo o condicionamento.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista.
Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.
Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Quem passa cheque pré-datado, paga a crédito, entra no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo um passeio socrático". Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz!”
FREI BETTO

sábado, 22 de maio de 2010

A marca abaixo dos próprios pés

Segundo a maioria dos especialistas em branding, a personalização da marca é a maneira mais eficaz para adquirir a fidelização do cliente. Isso é fato, mas as diversas formas de aplicação praticadas sem conhecimento técnico, de maneira inconseqüente, têm transformado o que poderia ser eficiente em deficiente, denegrindo substancialmente o prestígio de uma empresa.

Como gosto de observar as coisas, outro dia, entrando em um estabelecimento no centro de Florianópolis me deparei diante de um tapete de porta de loja personalizado com o logotipo da empresa. Como um ato de respeito contornei o tapete evitando pisar sobre a marca da empresa.  Como se não bastasse, enquanto a funcionária não me atendia, fiquei atento à atitude de cada cliente que entrava na loja, em um curto espaço de tempo entraram no estabelecimento 05 pessoas e, pelo menos 02 delas, não só pisaram como esfregaram os pés sobre a marca.

No exato momento pensei qual seria a reação de cada pessoa se me dessem a oportunidade de pisar sobre a carteira de identidade de cada uma, preferencialmente, bem sobre a foto.

Moral da história: de maneira inconsciente, gestores inconseqüentes continuam com essa prática contra a própria marca. Por um lado combatem com unhas e dentes qualquer ação que vise denegrir a imagem institucional, mas não se atentam às atitudes negativas contra a própria marca.

Tal tipo de “sinalização” está entre as principais referências de aplicações equivocadas que seguem na contramão da comunicação visual da empresa.

Se partirmos do pressuposto que a marca é uma “Identidade” que personaliza um nome, é inaceitável que essa representação visual seja simplesmente colocada abaixo dos próprios pés.

Há quem diga que o consumidor não se apega a esses “detalhes”. Esse tipo de interpretação errônea atesta a gestão inconseqüente e denigre a estrutura organizacional, mesmo de maneira inconsciente, projetando sensações negativas por parte do cliente.

À frente de um bom produto ou serviço tem sempre uma grande marca. Como Kotler comenta:

"A medida que a vida dos consumidores se torna mais complexa, agitada e corrida, a capacidade que as marcas têm de simplificar a tomada de decisões é inestimável. É como um ícone que atrai os olhos do indivíduo satisfeito incentivando-o através das linguagens sensoriais a optar novamente pelo produto e/ou serviço".

Portanto, fique atento! A marca como referência de identidade merece o devido valor e total atenção por parte de seus gestores.

FLUTUARTE

Não quero me fazer um pensador

Apenas faço

No espaço

Sem compasso

Nem embaraço

Com um traço

O que sei é que viver a vida

É um barato.

.........................................................
Ilustração: arte ilusionista do italiano Guido Danielle

Eu, Presente!!!

Finalmente!

Com uma leve pitada de boa vontade comecei a explorar essa ferramenta.

Antes de personalizar meu espaço, pesquise, bisbilhotei inúmeras páginas para saber o que as pessoas publicavam etc. e tal.

Vi notícias interessantes, coisas sem fundamento, prolixidades, dentre outras coisas. Tem muito doido achando que é deus! rs Mas percebi que a grande maioria das pessoas gostam de contar o cotidiano.  A história do universo cultural de cada um!